Todos conhecemos praticamente tudo o que sem dito, escrito e filmado sobre o aquecimento global. Entre mitos, asneiras, negócios e auto-promoção também se têm dito muitas verdades, ele existe e está para ficar. Comecei por notar a ausência de neve desde há seis ou sete anos a esta parte. Depois foi o frio que desapareceu (14 de Outubro, 14h50, estão 26º) e, mais recentemente comecei a notar variações ligeiras no comportamento de toda a vida selvagem.
Outro dos aspectos foi o aparecimento de novas espécies, como neste caso a Garça Branca Pequena (Egretta garzetta) que só passava por cá no período de migração para fazer uma pausa, e agora fixaram residência permanente. Tenho-as visto mesmo aqui à frente dentro do ribeiro a caçar. Ainda não tive paciencia de as fotografar mas são lindas de se ver.
Mas voltando ao assunto inicial da vida selvagem. Como as mentes retrógadas dos humanos inferiores temem tudo o que é diferente, já andava desconfiado que a escumalha miúda da escola andava a atirar pedras às aves e finalmente acertaram. Mal começou a se aclimatar, a pobre garça já tem uma pata partida. Mas não há ninguém que meta a mão nas trombas destes anormais. Para não os traumatizar, puta que os pariu!
O amarula é um fruto da família do mango, muito comum na Savana Africana. É um fruto doce utilizado na confecção de diversas bebidas espirituosas entre elas um licor com o mesmo nome, Amarula. Este vídeo mostra diversos animais completamente bebados depois de ingerirem essa iguaria.
A National Geographic refutou que os elefantes fiquem bebados por comer amarula, mas no entanto não apresentou uma causa para os efeitos mostrados nestas imagens. Fonte: DRB
Echinoidea (do grego echinos, ouriço + eidos, forma + ea, caracterizado por) é a classe de equinodermes que inclui os ouriços-do-mar, ouriços-cordiformes e as bolachas-de-praia.
Os equinóides têm corpo esférico ou achatado que não se estende formando braços, como as estrelas-do-mar. A superfície da carapaça está coberta por espinhos móveis articulados. A carapaça dos equinóides encontra-se organizada em meridianos por zonas ambulacrárias, onde se encontram os pés ambulacrários, alternadas com zonas interambulacrárias. As larvas dos equinóides são planctónicas e designam-se por equinoplúteo. Após a metamorfose, os equinóides passam a ter forma de vida bentónica.
Os equinóides regulares, de simetria pentarradiada, são normalmente espinhosos e deslocam-se com a ajuda dos pés ambulacrários. O corpo é bolboso e o ânus localiza-se no centro da face aboral (oposta à boca). Vivem geralmente em substratos firmes ou rochosos e alimentam-se de algas, organismos incrustantes e detritos, que são removidos por um aparelho raspador composto por inúmeros ossículos, cinco dos quais funcionam como dentes (Lanterna-de-Aristóteles). Os equinóides respiram através de brânquias.
Fui mergulhar nas águas cálidas e limpas da Baía d’Abra. Tive uma contenda com um ouriço-do-mar e ele ganhou. A minha mão parecia um dálmata, cheia de pontos negros.
Embora as obras da Zona Franca tenham destruído grande parte daquele ecossistema a recuperação está a correr a bom ritmo, tendo em conta o curto intervalo cronológico, cerca de 20 anos, que é quase nulo numa situação como esta. Já se podem voltar a encontrar os habitantes, castanhetas, bodiões, meros, badejos e alguns dos habituais visitantes, tubarões tigre, martelo e azuis, barracudas e um ou outro golfinho.
Nas férias eu entro num Mundo paralelo onde só existem a minha querida, a câmara fotográfica e a Natureza. Estou-me nas tintas para as notícias, sejam más ou piores, e computadores nem quero ouvir falar. Nesta altura as minhas viagens pela informática / internet resumem-se à leitura de alguns blogs e uma ou outra pesquisa restrita à fotografia. Foi numa destas incursões que encontrei este site que gostava de partilhar convosco.
NaturPhoto-CZ.com é uma compilação de trabalhos brilhantes sobre o tema Natureza e Vida Selvagem de um grupo de fotógrafos checos. Deliciem os olhos.