Delírios Marcados ‘acer one’

Acer Aspire One. Outra vez?

Quarta-feira, Setembro 24th, 2008



O meu amigo e colaborador deste blog, Abílio “Wireless” Chaves, decidiu aumentar a memória do Acer Aspire One. Como eu já tinha feito essa operação no meu , dei uma ajuda na parte do abre-fecha-aperta-liga.


Realmente à segunda é sempre mais fácil, a máquina ficou pronta em 15 minutos, mas este portátil tem um terrível erro de concepção. A slot para o dimm suplementar fica por baixo da motherboard, como ficou demonstrado, encostado na tampa inferior. Porque não tem uma tampa para o colocar, obrigando a que seja completamente estripado? E porque tem uma tampa, quanto a mim inútil, para aceder ao módulo GSM? Apesar de adorar esta máquinazita, fiquei com a impressão que a parte da acessibilidade para manutenção foi projectada com o windows e desenhada com os pés.

Finalmente o Acer One está acabado

Quarta-feira, Setembro 17th, 2008



Instalar Ubuntu no Acer Aspire One foi só o início. Como este portátil é um brinquedo, foi uma compra de impulso “porque é giro”, ainda não comecei a trabalhar com ele. Tem ficado cá em casa e depois do trabalho vou brincando e melhorando um bocadinho. Acabei por tomar a decisão de manter o Ubuntu mas com um ambiente gráfico mais coerente com a condição de sub-notebook, netbook, mini-me, coisinho engraçado ou como lhe quiserem chamar. Já tinha lido há tempos um post sobre a instalação do Ubuntu Netbook Remix no Asus EeePC e decidi experimentar. Segui este excelente guia de um dos escribas do Planetuga, o André Noel, porque ele além de descrever a instalação de forma brilhante, ainda criou uns tweeks para melhorar o aspecto e funcionalidades finais.


O Aspecto final é este. Aconselho quem estiver a pensar comprar um netbook e instalar Ubuntu, optar por esta solução. É leve, funcional e tem muito bom aspecto.

Querida, encolhi o ACER – 3º Ep.

Domingo, Setembro 14th, 2008



Instalar Ubuntu no Acer Aspire One está longe de ser uma operação linear. Precisei de ajuda em diversos pontos, por isso se estão a considerar o mesmo, o melhor é seguir este excelente guia, que foi precisamente o que me salvou de andar a bater com a cabeça nas paredes.

Depois de instalado o Ubuntu comecei a demanda de arranjar um ambiente gráfico que não ocupasse só por si todo o espaço do monitor. Com 8.9″ e uma resolução de 1024×600 tem de altura quase o dobro da largura. O espaço ocupado pelas barras superior e inferior do Gnome é valioso e desaproveitado. Segui algumas sugestões do pessoal do Planetuga e instalei XFCE, Fluxbox, E17, e mais umas coisinhas. Mas os vícios são difíceis de largar e utilizo Gnome desde que ele existe, por isso acabei por limar os excessos deste e adaptar o melhor possível ao Aspire One.

O primeiro passo foi alterar a barra superior. Eliminar todos os ícones desnecessários da área de notificação e adicionar uma lista de janelas e um workspace switcher. Activar o auto-hide para a barra só aparecer quando a chamar e eliminar completamente a barra inferior.


Através do gconf-editor coloquei os ícones visíveis no desktop, assim evitei de meter o trash na barra superior a ocupar espaço. Ficou com um aspecto limpo e parece até maior.


Ao aproximar o ponteiro do rato do limite superior do monitor, surge a barra do Gnome com todas as funcionalidades que anteriormente estavam distribuídas pelas duas barras.

O problema da falta de espaço visível é mais notório a navegar na internet. Resolvi facilmente utilizando a opçãofull-screen (F11) do Firefox.


Torna útil todo o espaço do monitor.

Esta máquina vem equipada com uma placa gráfica Intel 945GME, que não deixa nada a desejar à maioria dos portáteis “grandes”.


Consegui pôr a funcionar sem esforço todas as mariquisses do Compiz-Fusion.

Querida, encolhi o ACER – 2º Ep.

Domingo, Setembro 14th, 2008



Sabem aquela máxima muito popular entre os geeks, o Linux corre até em torradeiras? Pois. Esqueçam. Principalmente se considerarmos uma distribuição 100% amiga do utlizidador como o Ubuntu. Este corre em torradeiras, desde que tenham pelo menos 1GB de RAM.

Numa máquina com as limitações de um sub-notebook como é o caso do do Acer Aspire One só é viável instalar esta popular distribuição com recurso ao aumento da memória RAM de fábrica (512MB nesta versão) para, pelo menos, 1GB. Já que estava com a mão na massa e tinha ali um dimm sem uso, decidi instalar mais 1GB, ficando então com a capacidade máxima, 1,5GB.

O primeiro passo foi abrir a máquina. Não imaginava que fosse tão complicado! Só é preciso desmontar o computador todo. Não tirei fotos do processo, mas depois de perguntar ao vosso fiel amigo, o senhor google, ele arranjou-me estas, deste site. Um conselho: Se alguém se aventurar a fazer isto, não sigam o vídeo desse site. O tipo é meio trapalhão e partiu o suporte da cinta do teclado no processo.

Para começar é necessário retirar os oito parafusos da parte inferior da máquina.

Três à frente e cinco atrás dos quais dois estão debaixo das borrachas dos pés.

O passo seguinte é sacar o teclado para ceder aos restantes parafusos.

É necessário soltar os três linguetes que o prendem e levantar com muito cuidado para não empenar nem rasgar a cinta de contactos.

Depois de retirar o teclado, procede-se à retirada dos restantes parafusos.

Retiram-se os seis parafusos e solta-se com cuidado a pequena cinta de contacto do trackpad.

Feito isto, abre-se a máquina, expondo a motherboard e restantes componentes. Já se consegue meter a memória? Querias!

Solta-se o parafuso que suporta o módulo wireless, o que suporta a board, mesmo ao lado e solta-se o cabo do SSD e a ficha do cabo de som.

Depois de tudo solto, levanta-se cuidadosamente a motherboard.

A slot livre para colocação do dimm está por baixo da motherboard.

De seguida basta seguir os passos todos ao contrário e já está.

Como vêem é extremamente fácil colocar memória no Aspire One. :)

Querida, encolhi o ACER – 1º Ep.

Domingo, Setembro 14th, 2008



Este post vai ser dividido em três episódios para não se tornar excessivamente chato. Não vou fazer descrições pormenorizadas das características da máquina porque isso está escarrapachado pela net. Neste vou falar apenas sobre o primeiro contacto.

Já andava há algum tempo a ponderar a compra de um sub-notebook, uma coisa leve e funcional, que pudesse carregar para todo o lado. Depois de ver ao vivo o Asus EEE-PC fiquei um bocado desiludido com o monitor, e com o preço, diga-se em abono da verdade. Depois de experimentar alguns modelos acabei por pôr de parte a minha aversão à ACER e optei pelo Aspire One 110.


Devo confessar que o primeiro que vi não me chamou a atenção e pareceu-me um brinquedo. Depois apercebi-me que esse efeito foi devido à cor, era branco. O aspecto do azul, o que comprei, é de um portátil visto com os binóculos ao contrário, mas parece mesmo um notebook. O nível de acabamentos é bastante bom com uns pormenores em alumínio anodizado nas dobradiças do monitor a lembrar um Sony Vaio. A qualidade dos materiais é bastante boa considerando que estamos a falar de uma máquina que custa 299€, e logo que peguei fiquei com a sensação que faltavam algumas peças porque o peso é quase nulo. Os 512MB de RAM também me pareceram parcos e, como tenho ali um Packard-Bell morto com um dimm de 1GB PC2 5300, tratei logo de o aproveitar. Esse filme (acreditem que foi um filme) será o próximo post.

Depois de uma carga na bateria liguei-o e demorou cerca de 15 segundos a arrancar e apresentar um coiso muito parecido com… epá, parecido com nada! O SO, um Limpus, uma coisa muito estranha baseada no Fedora com um GUI XFCE modificado pela ACER, olha para nós com um ar de superioridade como a dizer “vais ter estes icons para clicar e mais nada porque és burro demais para configurar o teu computador”. Como quero um sistema funcional tratei logo de arranjar alternativa, um Ubuntu. Este será o post 3.