Querida, encolhi os miúdos


Afinal foi assim



Descoberta a origem dos famosos crop circles.

Isto é servidor que se apresente??



Mais uma das vantagens de usar Linux é a liberdade de espaço. De repente reparei que, ao lado do servidor, em vez de um monitor, um teclado e um rato…


…tenho uma guitarra, um pinguim e um skate :D

Machico com praia de ouro. Porra!



Esta é a praia de Machico. É uma típica praia da Madeira, composta por aglomerados de calhau de basalto vulcânico. A água é razoavelmente limpa e quente. Mas alguém não gostou. Achou que magoava os pézinhos! Então o Governo Regional através da Secretaria Regional do Equipamento Social comprou seis milhões de euros de areia de Marrocos. O mais irónico é que não chegou a tempo do verão, ou seja, vamos ter uma praia de areia dourada muito limpa que ninguém vai utilizar…


Se eu tivesse seis milhões para importar alguma coisa de Marrocos, garanto-vos que não seria areia! (Cóf, cóf). E, já agora, gostava de voltar a ouvir as críticas que fizeram ao dinheiro “mal gasto” com os atletas olímpicos.

Microarte por Nikolai Aldunin



Quem disse que era impossível passar um camelo pelo buraco de uma agulha? O miniaturista russo Nikolai Aldunin cria obras de arte tão pequenas, que algumas só são visíveis ao microscópio.


Link
Fonte: DRB

Liberdade de comércio no Céu



Farto dos sermões do padre da freguesia? Alá já não te convence com a história das virgens? O boneco voodoo não resulta sem um charro aceso ao lado? Então escolhe um destes. Resultados garantidos.

O que faz a bebedeira



O amarula é um fruto da família do mango, muito comum na Savana Africana. É um fruto doce utilizado na confecção de diversas bebidas espirituosas entre elas um licor com o mesmo nome, Amarula. Este vídeo mostra diversos animais completamente bebados depois de ingerirem essa iguaria.


A National Geographic refutou que os elefantes fiquem bebados por comer amarula, mas no entanto não apresentou uma causa para os efeitos mostrados nestas imagens.

Fonte: DRB

Manta - falco canariensis



A manta ou peneireiro-da-madeira (falco canariensis) é uma subespécie do peneireiro-vulgar (Falco tinnunculus). É uma ave falconiforme da família dos falconídeos. É um pequeno falcão, comum na Eurásia, que vive em ambientes abertos e alimenta-se basicamente de pequenos roedores, dos quais é dependente como fonte de alimentação. Caracteriza-se pela capacidade de “peneirar”, isto é de permanecer a planar parado sobre um determinado ponto no solo, comportamento este que o ajuda na detecção e captura de suas presas.


Já andava há algum tempo a tentar fotografar as crias das mantas no ninho, sem sucesso. Hoje, sem esperar, apanhei uma a aprender as técnicas de voo e caça. É um animal lindo de se ver. Só tenho pena que o equipamento não dê para mais.

Jornalistas Olimpicos



Já desisti de acompanhar a actualidade pelos noticiários nacionais. O jornalismo em portugal, salvo raras excepções difíceis de encontrar ou censuradas, é, digamos, uma merda!

Antes de ir nas ondas de críticas aos atletas portugueses decidi ver e tentar compreender o que se passou com os nossos representantes. No meu ver é simples: a culpa é da (des)comunicação social. Desculpem, é mesmo! Quem são esses energúmenos para criticar um grupo de jovens que conseguiram os dificílimos mínimos para estar nos Jogos Olímpicos? Quem são esses idiotas sensacionalistas para criticar um grupo de jovens por terem “defraudado as espectativas”, se essas espectativas foram criadas pelos jornalistas e não pelos atletas? Esquecem-se que, mesmo sem terem trazido tantas medalhas como eu gostaria, esses putos de vinte e poucos anos estão entre os cem melhores do Mundo nas suas categorias? Quando é que os senhores jornalistas estiveram entre os cem melhores qualquer-coisa do Mundo? Beber cerveja não conta! Esta demonstração de indignação aplica-se também aos críticos de sofá. Aos gajos que chamam exercício ir ao frigorífico buscar outra super bock e vêm escrever comentários de indignação no site do público, sem conhecerem de todo nem os atletas nem os desportos que praticam. E sem conhecerem as razões ou o contexto e enquadramento de alguma afirmação ou comentário menos feliz?


Desde quando o o brilhantismo de um país, principalmente um país de árbitros / bêbados de sofá, se mede pelo número de medalhas nos Jogos Olímpicos? Os países mais desenvolvidos da Europa NUNCA ganharam uma medalha em nenhuma edição dos Jogos. Pesquisem. Os Estados Unidos ganharam um camião de medalhas e continuam a ser um país de burros, atrasados mentais. Vejam este post.

Resumindo, toda a comitiva portuguesa está de parabéns. Não só o Nelson e a Vanessa pelas medalhas, mas todos pelo esforço. Continuem o bom trabalho.

Echinoidea - ouriço-do-mar



Echinoidea (do grego echinos, ouriço + eidos, forma + ea, caracterizado por) é a classe de equinodermes que inclui os ouriços-do-mar, ouriços-cordiformes e as bolachas-de-praia.

Os equinóides têm corpo esférico ou achatado que não se estende formando braços, como as estrelas-do-mar. A superfície da carapaça está coberta por espinhos móveis articulados. A carapaça dos equinóides encontra-se organizada em meridianos por zonas ambulacrárias, onde se encontram os pés ambulacrários, alternadas com zonas interambulacrárias. As larvas dos equinóides são planctónicas e designam-se por equinoplúteo. Após a metamorfose, os equinóides passam a ter forma de vida bentónica.


Os equinóides regulares, de simetria pentarradiada, são normalmente espinhosos e deslocam-se com a ajuda dos pés ambulacrários. O corpo é bolboso e o ânus localiza-se no centro da face aboral (oposta à boca). Vivem geralmente em substratos firmes ou rochosos e alimentam-se de algas, organismos incrustantes e detritos, que são removidos por um aparelho raspador composto por inúmeros ossículos, cinco dos quais funcionam como dentes (Lanterna-de-Aristóteles). Os equinóides respiram através de brânquias.

Fui mergulhar nas águas cálidas e limpas da Baía d’Abra. Tive uma contenda com um ouriço-do-mar e ele ganhou. A minha mão parecia um dálmata, cheia de pontos negros.


Embora as obras da Zona Franca tenham destruído grande parte daquele ecossistema a recuperação está a correr a bom ritmo, tendo em conta o curto intervalo cronológico, cerca de 20 anos, que é quase nulo numa situação como esta. Já se podem voltar a encontrar os habitantes, castanhetas, bodiões, meros, badejos e alguns dos habituais visitantes, tubarões tigre, martelo e azuis, barracudas e um ou outro golfinho.